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Alessandra & Frederico

18/maio/2012 às 10:32
A Alê e o Fred, foram um daqueles casais gostosos, apaixonados, e super alto astral!! Sempre digo, que sofro de “abstinência” dos noivos, depois que passa o casamento...
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Alessandra & Frederico

A Alê e o Fred, foram um daqueles casais gostosos, apaixonados, e super alto astral!!
Sempre digo, que sofro de “abstinência” dos noivos, depois que passa o casamento. Sinto falta dos nossos emails, e de nossas conversas, por telefone !!
Enfim…o resultado do casamento desse casal incrível, vcs conferem abaixo….

Enjoy !!!













Assessoria – Compagnie Assessoria
Fotos: Edu Federice
Decoração – Titina Leão
Vestido – Letícia Brosntein
Make e Hair – Puntuale

Meninas… principes existem!!! rsrsrs

18/mar/2010 às 12:53
Quem disse que não existem mais homens românticos??? As noivas abaixo, entrevistadas pela revista Marie Claire, contam como foram pedidas em casamento…. uma historia mais romântica que outra!..
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Meninas… principes existem!!! rsrsrs

Quem disse que não existem mais homens românticos???

As noivas abaixo, entrevistadas pela revista Marie Claire, contam como foram pedidas em casamento…. uma historia mais romântica que outra!
Não podia deixar de compartilhar com vcs !
Tenho 2 preferidas, o pedido no balão, e o criativo quebra cabeças !!!!
E vcs, de qual mais gostaram???

Beijossssss
Do alto de um balão Bruna Fernandes, 28 anos, dona de uma empresa de eventos, casada com Rodrigo Chagas Soares, 29, advogado
“Na véspera do dia dos namorados, Rodrigo me disse que ia me fazer uma surpresa. Estava curiosa e queria saber que tipo de roupa deveria usar, se deveria fazer mala etc. Ele disse apenas para eu usar algo confortável e que iríamos acordar muito cedo. Achei estranho e lembro que a primeira coisa que me passou pela cabeça foi o Hopi Hari [meio bizarro e nada romântico, mas…]. Pulamos da cama às 4h da manhã de sábado, eu vesti uma calça jeans e um casaco e fui dormindo no carro, enquanto ele dirigia. Acordei uma hora depois e vi a placa de Boituva, uma cidade próxima. Achei mais estranho ainda e, confesso, esperava algo chato. Entramos numa van e ninguém falava sobre o que iríamos fazer porque o Rodrigo tinha avisado a todos de seu plano. E eu estava sonolenta e não desconfiei de nada. Pouco tempo depois, chegamos num campo lindo, com uma luz incrível do nascer do sol. O cenário era de filme e eu fiquei superemocionada quando vi um enorme balão ao fundo, ainda enchendo. Adoro altura, já pulei de asa-delta, de ponte, bungee jump. Mas nunca tinha voado de balão. A vista lá de cima é impressionante, e o passeio, lento, traz uma sensação de paz muito grande. Eu já estava feliz da vida, achando tudo muito romântico, lindo, tentando pegar uma folha da copa de uma árvore para guardar de recordação. De repente, o Rodrigo começou a fazer declarações de amor no meu ouvido e, com a voz tensa, disse: ‘Já falei com seus pais… você quer casar comigo?’ Comecei a chorar e os outros casais do balão, a aplaudir. Não precisei nem ver as alianças. Logo depois, parece coisa de filme, mas aconteceu de verdade, o balão não sei como bateu numa árvore e uma chuva de folhas verdinhas caiu sobre todos nós. Foi a coisa mais linda, apesar de todos terem ficado com medo de o balão cair. Pousamos em segurança no meio de um canavial, onde brindamos com champanhe. Casamos em novembro do ano passado. E eu tenho a minha folhinha de recordação daquele dia incrível.”
O ovo de páscoa 
Melina Garcia Cunha Sanjar, 27 anos, publicitária, casada com Carlos Lavini Sanjar, 32, engenheiro e empresário 

“Percebi que o Carlos era o homem da minha vida logo de cara. Nós nos conhecemos no curso de pós-graduação, e desde a primeira vez que nos falamos senti meu coração disparar, minha voz ficar trêmula. Mas ele sempre foi mais na dele, não é do tipo que demonstra sentimentos em público. Isso nos rendeu algumas brigas, eu me sentia insegura. Numa dessas brigas, já com dois anos de namoro, decidi buscar refúgio com a minha família em Uberlândia (MG). Era feriado de Páscoa e ele disse que ficaria em São Paulo para trabalhar. Mal cheguei lá, no entanto, e ele me ligou dizendo que estava a caminho. Fiquei surpresa, mas feliz. Assim que Carlos chegou, notei que estava diferente, mais carinhoso. Eu ainda estava brava pela briga, então não dei bola. No domingo de Páscoa, depois do café da manhã, ele disse que queria me dar meu presente e já foi me puxando para a sala, onde encontrei meu pai, com a filmadora ligada. Comecei a ficar nervosa. Sou do tipo romântica, sonhadora, mas estou sempre domando minhas expectativas para não me decepcionar. Carlos tirou de trás do sofá uma caixa embrulhada com papel vermelho e uma fita dourada. Abri e vi um coração de chocolate e um porta-retrato com a minha foto favorita de nós dois. Fiquei surpresa, porque para alguém nada romântico aquele gesto era muito, ainda mais na frente dos meus pais. Mesmo com a caixa aberta, ele continuou insistindo para eu abrir o coração de chocolate. Tentei conter minhas expectativas, mas quando rasguei o papel alumínio vermelho e vi a caixinha preta de veludo, comecei a tremer. Eram duas alianças, a minha exatamente como eu sonhava, bem grossa e cheia de brilhantes. Aí não me aguentei mais e caí em lágrimas. Nove meses depois, nos casamos. Até hoje, quando penso no trabalho que ele teve para armar tudo aquilo para me surpreender, tenho mais certeza de que o Carlos é o homem da minha vida.”

A 18 metros de profundidade Kátia Pavlovitsch Luiz, 29 anos, arquiteta, casada com Carlos Alberto Miguelli, 29, estudante de medicina 

“Meu irmão resolveu fazer um curso rápido de mergulho com uma namorada com quem estava na época, e o batismo seria em Paraty. Carlos e eu namorávamos havia 12 anos e já tínhamos feito esse curso, mas resolvemos ir junto para passear. Caímos no mar com o equipamento e descemos, nós dois, uns 18 metros de profundidade. Tudo era lindo demais. Aproveitamos o cenário, nadando por cerca de meia hora. Quando nos preparávamos para retornar à superfície, encontramos o pessoal do curso recebendo instruções num círculo. Ficamos ali, flutuando e observando. De repente, o instrutor parou de falar, aproximou-se de mim e me entregou uma estrela-do-mar. Encaixadas em duas pontinhas dela estavam as nossas alianças. Carlos diz que arregalei os olhos dentro da máscara [risos]. Pudera: eu simplesmente não estava acreditando. Ele fez uma mímica perguntando se eu gostaria de casar com ele. Respondi com o ‘ok’ usado no mergulho. Não é tão fácil assim exprimir os sentimentos com aquela aparelhagem toda. Mas trocamos alianças lá embaixo mesmo, claro! Só conseguimos nos beijar quando subimos para a superfície. Depois, descobri que ele estava decidido havia algum tempo, mas queria esperar por uma boa oportunidade. Entraremos na Igreja Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, em março de 2011.”
Numa flor sorridente 
Camila Lima, 31 anos, editora de moda de Marie Claire, casada com Arturo Querzoli, 31, cineasta 

“Nunca tive a expectativa de ser pedida em casamento. Mas, canceriana que sou, claro que me emocionava com qualquer cena de Sessão da tarde em que o tal pedido fosse feito. É que simplesmente não me via neles. Uma bela noite, porém, meu namorado da época da faculdade, meu marido até hoje, me preparou um delicioso jantar. Eu completava 25 anos e, depois de algumas taças de vinho e de achar estranho não ter ganho nenhum presente até aquele momento, fui surpreendida com um imenso balão de hidrogênio no formato de uma flor sorridente. Ele pediu que eu soltasse a corda, para que o balão voasse — a casa dele tinha um pé-direito bem alto. Quando vi, na altura exata dos meus olhos, e amarrada ao final do fio, estava uma aliança. No mesmo instante ele olhou nos meus olhos e perguntou se eu queria casar com ele. Claro que a resposta foi sim! Tenho esse balão guardado até hoje, murcho, claro, mas muito bem guardado. E a tal aliança também ainda está no meu dedo. Mandei grudá-la na minha aliança de casamento. Sempre que olho para ela, lembro direitinho desse dia inesquecível.”

Na forma de  quebra-cabeças 
Gabriele Monice Garcia, 23 anos, jornalista, noiva de Dérek Bittencourt, 21, também jornalista 

“Conheci o Dérek na faculdade, éramos da mesma sala. Ele era mais novinho, tinha só 16 anos, mas logo nos apaixonamos. No ano passado, quando completávamos quatro anos e meio de namoro, ele falou que me levaria para jantar — e que o lugar seria surpresa. Estranhei o mistério todo, ele estava ansioso e isso não era normal. Bem, logo que chegamos ao Terraço Itália, em São Paulo [lugar que ele escolheu], fizemos os pedidos ao garçom e Dérek me entregou uma caixa azul. Como não era pequena, pensei que não devia ser um pedido de casamento. Tirei a tampa e não entendi nada: eram várias peças soltas de um quebra-cabeça. Comecei a montar sobre a mesa e formou uma foto nossa. Achei bonitinho e criativo, afinal, era o primeiro presente feito por ele mesmo [e não algo comprado]. Então ele pediu que eu montasse do avesso. Quando coloquei a última peça da primeira fileira, fiquei muito nervosa, tremia por dentro, porque vi um desenho de duas alianças. Terminei a sequência e li a pergunta que as peças formavam: “Você quer ser minha noiva?” Nem acreditei. Fiquei olhando para ele com cara de espanto, sem saber se aquilo era sério. Aí ele tirou a caixinha menor do bolso e me mostrou as alianças. O ‘sim’ já estava na ponta da minha língua, mas estava tão nervosa que travei. Sabe aquele nó na garganta que dá? Depois consegui dizer, é claro, e hoje nos divertimos só de imaginar os clientes e funcionários do restaurante dando risada: nós dois, com cara de crianças, montando um quebra-cabeça! Nos casaremos em maio de 2011.”




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